15/11/2019

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15/11/2019

A vitória por traz de muita luta e opressão

Publicado em 18/04/2018

A mulher sempre exerceu um papel fundamental no ambiente familiar e também no mercado de trabalho

 

 A mulher sempre exerceu um papel fundamental no ambiente familiar e também no mercado de trabalho. Seja em qual fosse a área estaria ali confiante e disposta a realizar o seu serviço. Infelizmente o reconhecimento era quase nulo em comparação aos homens. No Brasil por volta do século XIX, as mulheres começaram a tentar remover o “tabu” que as impediam de votarem e serem votadas, pois esse foi um dos assuntos mais discutidos na constituição de 1891.

Quando Getúlio Vargas ainda governava o país provisoriamente, em fevereiro de 1932, houve um grande marco histórico para as mulheres: a criação do decreto 21.076 que certificava o voto do eleitorado feminino. Depois de uma vasta trajetória de reivindicações, as brasileiras conseguiram parcialmente o direito de votarem e se candidatarem.

 Questionado sobre a atuação da mulher na política em termos de participação e igualdade, o advogado e professor de Geografia Elton Ramos de Vasconcelos relata que: “a mulher cada vez mais vem procurando participar da vida social, principalmente da vida política. A mulher tem promovido encontros, palestras e vem mostrando a sociedade que a desigualdade não seja vista como empecilho para a mulher”.

De acordo com a operadora de supermercado Fernanda Silva de Carvalho, as mulheres poderão “sim” ser a maioria no Legislativo ou no Judiciário, porém o que vale não é quantidade e sim o poder” e que “ chegamos à presidência como laranja da história, ou seja, alguém teria que pagar pelas coisas erradas”.

O artigo 77, da Lei Estadual 660 estabelecia que: "No Rio Grande do Norte poderão votar e serem votados, sem distinção de sexo, todos os cidadãos que reunirem as condições exigidas por esta lei". Aproveitando isso, aos 29 anos de idade, Celina Guimarães Vianna fez a sua solicitação, tornando-se assim a primeira mulher a votar na história do Brasil. Antes de ser aprovado o Código Eleitoral Brasileiro, em Lajes interior do Rio Grande do Norte já ocorria a eleição de uma prefeita. Alzira Soriano disputou as eleições aos seus 32 anos, vencendo o adversário com 60% dos votos. Vale ressaltar que nesta época as mulheres ainda não podiam votar.

 

 

 

 

 

 

 

 

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